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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por JOAQUIM VIRGOLINO

Joaquim Virgolino da Silva*

Joaquim (Henriques) Virgolino da Silva nasceu em 1900, neste Município de Esperança, Estado da Paraíba; filho de Manoel Henriques da Silva e de dona Maria Narcisa da Silva, de uma família longeva, com 16 irmãos, quais  podemos lembrar: João Henriques, Maria Helena, Heleno Henriques, Ana Henriques, José Narciso, Olívia Henriques, Joana, Matias, Rosa e Isabel. Mudou o nome ainda jovem, retirando o "Henriques" para diferenciar de um policial da volante chamado Joaquim Henriques, pois havia sido ameaçado de morte pelo cangaceiro Antonio Silvino por causa dessas coincidência. O sobrenome "Virgolino" foi em homenagem ao antepassado Virgolino Henriques. Foi casado, em primeiras núpcias, com a Sra. Severina (Vina), no ano de 1928, não existindo filhos deste consórcio. Na condição de viúvo, casou-se civilmente nos anos 30 com Maria Emília Christo da Silva, irmã do Padre Emiliano de Christo, advindo os seguintes filhos: Herênio Emílio, que faleceu aos cinco anos de ...

Joaquim Virgolino da Silva

Joaquim Virgolino da Silva Joaquim Virgolino da Silva foi um importante cidadão esperancense. Comerciante, proprietário de terras, político e suplente de juiz com exercício neste termo judiciário. Nascido em 1900, assumiu a Prefeitura de Esperança por duas vezes em 1947 (março à novembro) e na gestão 1955/1959, eleito com 1.465 votos. Com seu irmão Heleno Henriques fundou e administrou a Cooperativa de Batatinha em 1934, que adquiriu sede própria em 1945. Na condição de juiz deu impulso a diversos procedimentos realizados no Forum “Dr. Samuel Duarte”. E no comércio era bastante promissor. A sua casa comercial – loja de tecidos “A Futurista” - era uma das mais frequentadas e sortidas da cidade. Surgiu em 1930 e descerrou suas portas em 1950. Como político era muito respeitado e tinha a fama de ser honesto, segundo depoimento do Dr. João de Patrício, além de chefiar o partido da UDN em Esperança. Destacou-se ainda na Presidência do Santa Cruz Futebol Clube, uma das prime...

Joaquim Virgolino da Silva

Joaquim Virgolino da Silva foi um importante cidadão esperancense. Comerciante, proprietário de terras, político e suplente de juiz com exercício neste termo judiciário. Nascido em 1900, assumiu a Prefeitura de Esperança por duas vezes em 1947 (março à novembro) e na gestão 1955/1959, eleito com 1.465 votos. Com seu irmão Heleno Henriques fundou e administrou a Cooperativa de Batatinha em 1934, que adquiriu sede própria em 1945. Na condição de juiz deu impulso a diversos procedimentos realizados no Forum “ Dr. Samuel Duarte ”. E no comércio era bastante promissor. A sua casa comercial – loja de tecidos “ A Futurista ” - era uma das mais frequentadas e sortidas da cidade. Surgiu em 1930 e descerrou suas portas em 1950. Como político era muito respeitado e tinha a fama de ser honesto, segundo depoimento do Dr. João de Patrício, além de chefiar o partido da UDN em Esperança. Destacou-se ainda na Presidência do Santa Cruz Futebol Clube , uma das primeiras equipes formadas em nossa cidade...

O interesse de Pocinhos por Montadas, por Antônio Veríssimo de Souza Segundo

Por Antônio Veríssimo de Souza Segundo Enxerto do livro: História de Montadas, ‘a menina de olhos azuis’ (Em edição) Até o ano de 1943, o território de Montada pertencia ao distrito de paz de Pocinhos, aquela época, parte integrante do município de Campina Grande. Naquele mesmo período Esperança tinha o menor território municipal do estado da Paraíba, por isso, suas lideranças políticas vinham dialogando com as autoridades campinenses para que fosse doado a Esperança uma pequena parte do gigantesco município campinense, a qual Campina Grande não conseguia administrar com melhor eficiência. Com esse propósito o então prefeito de Campina Grande, Dr. Wergniaud Borborema Wanderley (1905-1986), decidiu doar, durante a gestão do senhor prefeito esperancense Sebastião Vital Duarte (1897-1958), as terras equivalentes ao território da povoação de Montada e a zona rural ao Norte a ela circunvizinha, desde Mari Preto até Lagoa do Açude: Ao município de Campina Pertenci...

As eleições de '63

Trecho da Carta do Deputado Chico Souto Uma dos pleitos mais disputados em nosso Município foram as eleições de 1963. Luiz Martins de Oliveira, recém chegado a esta cidade, para trabalhar na coletoria, caiu nas graças de Chico Souto, então deputado estadual, que na época era uma das forças políticas locais. O prefeito Joaquim Virgolino da Silva há pouco havia sido derrotado por Arlindo Delgado (PSD), administrando a cidade de 1959/63. Mesmo assim, ainda era um líder político, com bastante prestígio. Afastando-se Arlindo para ocupar um lugar na Ordem dos Advogados da Paraíba – OAB/PB, e mudando-se para a Capital do Estado, restava poucos candidatos que pudessem enfrentar Joaquim naquela eleição vindoura. Chico Souto decidiu apoiar Luiz Martins, para se contrapor a Joaquim Virgolino, numa das maiores disputas de votos de Esperança. E fez circular na cidade, uma carta demonstrando a sua preferência, cujos principais tópicos transcrevo a seguir: “ Quando se aponta um candid...

Família Henriques, por Ângelo Emílio

Pelo que sei, minha trisavó se chamava Ângela (minha mãe disse que escolheu meu nome em homenagem à bisavó, que ela conheceu quando menina). Eles moravam em Alagoa Nova e saíram de lá para Esperança. Sei que meu bisavô José de Christo Pereira da Costa teve uma casa comercial em Esperança. Seu filho Emiliano de Christo Pereira da Costa tornou-se Vigário de Guarabira durante muitos anos (se ordenou na década de 1920). Seu primo mais jovem, Manuel Pereira da Costa, tornou-se Bispo de Campina Grande. Minha avó Maria Emília Colaço de Christo Pereira da Costa casou-se com Joaquim Virgolino da Silva. Ele foi comerciante e Prefeito de Esperança; e ela Diretora do Grupo Escolar. Um caso muito curioso de meu avô Joaquim. O nome dele era Joaquim Henriques. Havia um policial das volantes, também chamado Joaquim Henriques, caçando Antônio Silvino. Quando jovem meu avô era almocreve foi ameaçado de morte por um capanga de Silvino por causa dessa coincidência. Devido a isso trocou o sobrenome...

Voltando no tempo... da política (Pedro Dias)

  Essa candidatura e eleição de JOAQUIM VIRGOLINO a prefeito tendo como vice o Seu TITICO em 1955, me trouxe uma lembrança que vivia adormecida até hoje. Como se sabe, o seu adversário era JÚLIO RIBEIRO, que na época residia numa casa na esquina da rua do sertão com o beco dos Cabugá. Joaquim Virgolino residia na Chã da Bala, numa grande e excelente casa mais ou menos frente ao Solar dos Epitácio, (Antônio de Epitácio). Juntamente com o meu pai, os três eram compadres e UDENISTAS de primeira ordem. Era costume esses correligionários UDENISTAS se juntarem já quase a noitinha na lojinha de miudezas de José Firmino, conhecido como Zé Lagartixa, também UDENISTAS, pai de Celi Firmino, para comentarem acerca da provável eleição de Virgolino. E o papo prosseguia até às 18:30hs, momento em que José Firmino fechava a loja. Mas, voltando à eleição e à lembrança, naquela época as marchinhas dos carnavais eram bem solicitadas e cantadas, principalmente as pernambucanas. Mas, aind...

Visita ao Clube de Xadrez de Esperança

Rau Ferreira com o metre Joaquim Virgolino Hoje à noite visitei com a minha filha Hauane o Clube de Xadrez de Esperança, conduzido pelo amigo Joaquim Virgolino. Na oportunidade foram disputadas três partidas cronometradas: Hauane x Joaquim; Rau x Joaquim e, Hauane x Rau Ferreira. Com paciência, o mestre Joaquim nos ensinou algumas jogadas, e esclareceu as nossas dúvidas. Por exemplo, a jogada do grande e pequeno roque, que deve começar com o Rei. A recepção foi muito calorosa, visitamos as instalações e descobrimos que, além das atividades desenvolvidas no clube, também funciona uma escola para iniciantes. Esse magnífico esporte deveria ser matéria escolar obrigatória. Desenvolve o intelecto e ajuda na formação moral dos jovens, com ramificações que vão desde a matemática até o aprendizado de outras línguas (a maioria dos enxadristas escrevem em espanhol ou inglês). Fica a dica para os pais de uma ótima opção para os filhos. Visitem o Clube de Xadrez de Esperança, local...

50 anos da Mercearia Andrade

Reportagem Especial A Mercearia de seu Pedro José de Andrade [Pedro Lourenço] está completando 50 anos de existência. Este sólido empreendimento teve início nos anos 60 quando seu pai - José Joaquim de Andrade - comerciante e marchante em Lagoa de Pedra comprou um imóvel em Esperança na rua Floriano Peixoto, 192. O velho Porfírio serviu de intermediário no negócio. O terreno estava bem situado e ficava próximo ao futuro Mercado Público que iria ser construído por Arlindo Delgado. Na época ainda havia um alpendre que vendia lenha e carvão. Foi então que Pedro teve a idéia de abrir um comércio em sociedade com seu irmão Epitácio naquele local. O pai prontamente autorizou e os dois foram até Remígio comprar as instalações. A mercearia vendia de tudo um pouco: bebidas, estivas e laticínios em geral, contudo o movimento era muito fraco pois o comércio apenas abria suas portas aos sábados, no dia da feira. Ainda no início Epitácio resolveu desfazer a sociedade e partir para o Rio de Janeiro...

50 Anos da Mercearia Andrade

Reportagem Especial Pedro Lourenço (Foto: Blog Esperança de Ouro) A Mercearia de seu Pedro José de Andrade [Pedro Lourenço] está completando 50 anos de existência. Este sólido empreendimento teve início nos anos 60 quando seu pai - José Joaquim de Andrade - comerciante e marchante em Lagoa de Pedra comprou um imóvel em Esperança na rua Floriano Peixoto, 192. O velho Porfírio serviu de intermediário no negócio. O terreno estava bem situado e ficava próximo ao futuro Mercado Público que iria ser construído por Arlindo Delgado. Na época ainda havia um alpendre que vendia lenha e carvão. Foi então que Pedro teve a idéia de abrir um comércio em sociedade com seu irmão Epitácio naquele local. O pai prontamente autorizou e os dois foram até Remígio comprar as instalações. A mercearia vendia de tudo um pouco: bebidas, estivas e laticínios em geral, contudo o movimento era muito fraco pois o comércio apenas abria suas portas aos sábados, no dia da feira. Ainda no início Epitácio...