Consta do acervo cartográfico da Prefeitura Municipal de Esperança um quadro com as praças e afins do nosso Município. Ele faz parte do projeto de urbanização (Lei Complementar nº 084/2019), e atende ao disposto na Lei Municipal nº 037/2010. Eis a relação: Adro da Matriz, Praça Antônio Anísio da Costa (Gogóia ou do Matuto), antiga Praça Pedro Taveira; Praça Antônio Bezerra (Praça da Televisão); Praça Antônio Nogueira dos Santos (Aconchego); Praça Dep. Francisco Souto Neto (Praça da Cultura); Praça Dom Adauto (Pracinha do Posto de Gasolina, saída para Remígio); Praça Joaquim Pereira (Calçadão); Praça João Suassuna (rua da Floresta); Praça José Pessoa (Batalha da PMPB); Praça do Rotary (saída para Campina Grande); Praça Sérgio Virgínio da Silva; Praça Venâncio Manoel de Araújo; Praça Virgem dos Pobres (Beleza dos Campos); Praça da Obra Nova (antiga Silvino Olavo); Praça Augusto Donato (*); Praça São Francisco (Capela S. Francisco); Praça José Bento da Silva (Pracinha do Amor); Praça do Z...
Nos anos 30, do Século passado, o processo eleitoral ainda era regido pela legislação da Primeira República. O Município de Esperança, apesar de emancipado (1925), permanecia vinculado à Comarca de Areia. No entanto, a nossa cidade possuía suas próprias seções eleitorais. A criação da “Zona Eleitoral” só aconteceu a partir da descentralização (1934), após a instalação da própria Justiça que lhe dá nome na Paraíba (1932). As “Turmas Apuradoras” seriam organizadas em número de seis, consoante sessão ordinária do Tribunal de Justiça da Paraíba, publicada n’A União de 13/10/1934. Esperança por essa época, pertenceria à 6ª Zona, compreendendo os municípios de Areia, Esperança e Serraria. As eleições de 1930 em nosso Estado foram marcados pela polarização extrema. O rompimento decisivo de João Pessoa com o Presidente Washington Luís deu origem à Aliança Liberal formada por Minas, Paraíba e Rio Grande do Sul. O candidato liberal (Getúlio Vargas) fez oposição ao governo federal (Júlio Pres...