Entre as poucas escolas particulares, existentes em nosso município, em meados dos anos 50 do Século passado, destaca-se o Instituto Comercial “Elízio Sobreira”, do professor Milton de Souza Leão. Este educandário muito colaborou para atender a demanda crescente do alunado local, em idade de escolarização, ensinando-lhe as primeiras letras. O recifente, dirigente desta escola, também se esforçava para preencher o “vazio” edudacional, formando técnicos para o mercado de trabalho, além de estimular a prática da música, da oratória e dos desportos. O instituto contava ainda com um Centro Cultural denominado de “Samuel Duarte”, fundado no dia 7 de setembro de 1943. Nele, os estudantes realizavam reuniões lítero-recreativas. Em suas atividades, incluía-se a publicação do jornal de festa “O Clarão”. O periódico contava com a direção do Sr. Theotônio Rocha, e secretário o próprio Professor Milton Leão. A edição de 24 de julho de 1943 foi inteiramente dedicada ao seu patrono “Samuel Duar...
O casamento em zonas rurais e residências nas vilas era muito comum, já que as famílias moravam longe da igreja matriz e o padre nem sempre estava disponível para realizar a cerimônia. Por outro lado, a casa do patriarca era vista como espaço de autoridade, sendo mais prático reunir parentes e vizinhos. Além disso, algumas pessoas de destaque gozavam do privilégio junto ao clero que lhes concedia essa deferência quando solicitado. O documento em questão é um casamento celebrado em 1894 na residência de Joviniano Augusto de Araújo Sobreira na povoação de Banabuyé com rogo de Mathias Fernandes. “Aos vinte e dois dias do mês de junho do ano de mil novecentos e oitenta e quatro nesta povoação de Banabuyé, termo da vila de Alagoa Nova Comarca da cidade d’ Areia, Estado da Parahyba do Norte, às onze horas da manhã, em casa da residência do cidadão Capitão Joviniano Joviniano Augusto d’Araújo Sobreira, ai presente o Juiz de paz em exercício o cidadão capitão, digo cidadão major Salvador C...