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Mostrando postagens que correspondem à pesquisa por Manoel Rodrigues de Oliveira

Bem antes da emancipação

Bem antes da nossa emancipação política, os futuros dirigentes de nosso Município já exerciam cargos em Alagoa Nova. Assim é que encontramos Theotônio Tertuliano da Costa, nosso segundo prefeito, exercendo a suplência de Juiz Municipal em 1911. Naquele mesmo ano, eram juízes de paz do 2º Distrito de Esperança: Thomaz Rodrigues de Oliveira, Eneas Valdevino da Trindade, José Irineu Diniz (Zezé Cambeba) e Joaquim Cavalcanti. Para a subdelegacia havia sido indicado Sulpino Agripino de Souza. Já a instrução primária contava com os professores José Pereira Brandão e Maria Ávila Lins de Vasconcelos. A Paróquia estava a cargo do Padre Francisco d’Almeida, sendo sacristão Lindolpho d’Araújo Sobreira. Nessa comunidade, funcionava a Irmandade de N. S. do Bom Conselho. No comércio havia nomes como José de Christo Pereira da Costa, Manoel Pereira da Costa e Porfírio Pereira de Araújo (tecidos); José de Araújo Souto, Francisco Jesuíno de Lima e Cassemiro Jesuíno de Lima (molhados). Regist...

Família Rodrigues-Fernandes

  Manoel Rodrigues de Oliveira e sua esposa formaram um tronco familiar muito importante em nosso município. Ele foi comerciante e político, assumindo a gestão pública como o primeiro prefeito da cidade (1925). A Sra. Ester Fernandes Oliveira descendia de Mathias Francisco Fernandes. Homem culto que carregava o título de “Major”, concedeu as primeiras cartas para os comerciantes locais puderem comprar nas praças da Paraíba (atual João Pessoa) e Recife. A seguir traço o perfil genealógico das duas famílias. A Família Fernandes Pimenta tem origem no português Antônio Fernandes Pimenta que, segundo a tradição, era assim chamado devido a coloração avermelhada de sua face. Aportou primeiro na Bahia, já casado com Joana Franklina do Amor Divino; mas fixou residência na Paraíba na freguesia de N. S. das Neves. João Francisco Fernandes Pimenta (1760-1820) e Florência Nunes da Fonsêca (1766-1844), casaram-se no Rio Grande do Norte por volta de 1786 Eles são os pais de Joao Francis...

Esperança em 1915

1915: Esperança ainda distrito de Alagoa Nova possuía a seguinte organização administrativa - Juízes de paz: Enéas Valdevino de Trindade Cunha; José Irineu Diniz (Zezé Cambeba); Sebastião Nicolau da Costa; Thomaz Rodrigues de Oliveira. Sub-Delegado Manoel Martins de Oliveira, com os seguintes suplentes: Francisco Régis de Albuquerque; Manoel Henriques da Silva; Manoel Maria Coêlho. Pprofessores municipais: Maria Ávila Lins de Vasconcelos; Olyntho de Andrade Santiago. Professora particular: Anna Gabínio de Carvalho. Paróquia do Bom Conselho - Vigário: José Vital Bessa, Irmandades: SS. Sacramento; Coração de Jesus; Do Rosário; N. S. Sant'ana; N. S. Bom Conselho. Comércio – Armarinhos e fazendas (roupas): Anízio Evangelista dos Santos; Francisco Martins de Oliveira; Joaquim Santiago; José de Araújo Souto; José de Christo & Cia.; Manoel Martins de Oliveira; Manoel Pereira & Cia.; Sebastião Nicolau da Costa; Manoel Martins de Oliveira; Sebastião Rodrigues de Oliveira. Armar...

História do Município de Esperança

Reportagem Especial A história da cidade de Esperança inicia-se efetivamente em 1860, a partir da instituição da Fazenda Banaboié Cariá pertencente aos descendentes dos Oliveira Ledo. Contudo, as terras que compunham esta localidade já eram conhecidas desde 1757 quando, O Capitão-mór Clemente de Amorim e Souza por ordens do Governador da Capitania, percorreu a região descrevendo-as e anotando as suas distâncias. Esta carta existente na Torre do Tombo em Portugal apresentava o Sítio Banabuyé nas proximidades de Campina Grande, situado à beira de um açude. Consta também que os Índios Tapuias quando habitaram estas terras haviam construído um reservatório d'água que chamou a atenção dos nossos colonizadores, denominado de Tanque do Araçá. Mas o Marinheiro Barbosa foi o primeiro homem civilizado a se utilizar desta água, construindo sua habitação nas suas proximidades. Porém, este não se demorou muito tempo Posteriormente fixaram residência os irmãos portugueses Antônio, Laureano e Fr...

A origem...

DE BANABUYU À ESPERANÇA Esperança foi habitada em eras primitivas pelos Índios Cariris, nas proximidades do Tanque do Araçá. Sua colonização teve início com a chegada do português Marinheiro Barbosa, que se instalou em torno daquele reservatório. Posteriormente fixaram residência os irmãos portugueses Antônio, Laureano e Francisco Diniz, os quais construíram três casas no local onde hoje se verifica a Avenida Manoel Rodrigues de Oliveira. Não se sabe ao certo a origem da sua denominação. Mas Esperança outrora fora chamada de Banabuié1, Boa Esperança (1872) e Esperança (1908), e pertenceu ao município de Alagoa Nova. Segundo L. F. R. Clerot, citado por João de Deus Maurício, em seu livro intitulado “A Vida Dramática de Silvino Olavo”, banauié é um “nome de origem indígena, PANA-BEBUI – borboletas fervilhando, dados aos lugares arenosos, e as borboletas ali acodem, para beber água”. Narra a história que o nome Banabuié, “pasta verde”, numa melhor tradução do tupi-guarani, ...

De Banabuyu à Esperança.

Narra a história que Esperança foi habitada em eras primitivas pelos Índios Cariris nas proximidades do Tanque do Araçá. Sua colonização teve início com a chegada do português Marinheiro Barbosa que se instalou em torno daquele reservatório. Tempos depois, fixaram residência os irmãos portugueses Antônio, Laureano e Francisco Diniz, os quais construíram três casas no local onde hoje se verifica a Avenida Manoel Rodrigues de Oliveira. Não se sabe ao certo a origem da sua denominação. Mas Esperança outrora pertenceu ao município de Alagoa Nova e fora chamada de Banabuyé, Boa Esperança (1872) e Esperança (1908). Segundo Leon Francisco R. Clerot, citado por João de Deus Maurício, em seu livro “A Vida Dramática de Silvino Olavo”, Banabuyé é um “ nome de origem indígena, PANA-BEBUI – borboletas fervilhando, dados aos lugares arenosos, e as borboletas ali acodem, para beber água ”. Narra a história que o nome Banabuyé, “pasta verde”, numa melhor tradução do tupi-guarani, teria sido ...

Rua Manoel Rodrigues de Oliveira

  A principal rua de Esperança, na Paraíba, tem muita história para contar. Foi ela o ponta pé inicial do povoamento que se estabeleceu a partir de uma feira semanal de gêneros alimentícios, de onde se iniciou também uma capela sob a invocação de N. S. do Bom Conselho. O descampado naquela área tinha posição geográfica privilegiada, pois era caminho dos viajantes que desciam o Brejo de Areia com destino aos engenhos de Alagoa Nova, ou daqueles que prosseguiam para Campina Grande. E no entroncamento da rua do Sertão (Solon de Lucena), ficavam os tropeiros, que apeavam os seus muares para pernoite, com cargas de farinha e rapadura. Aliás, foi Epaminondas Câmara, um dos primeiros historiadores paraibanos, filho natural de Esperança, que descobriu a “civilização da farinha”, tão importante para o povoamento da nossa região. Irineu Jóffily – a despeito de quem supõe ter nascido nessas paragens –, narra que “ as gameleiras com que a rua principal está arborizada foram estacas dos c...