Não me custou nada escrever. Estava escrito. Nenhum esforço além do que a
rotina me impôs. Publicar foi um pouco mais difícil; vende-los se tornou a
tarefa mais árdua que encontrei. A minha geração não compreende a grandiosidade
deste resgate histórico-cultural. Não há qualquer mérito agora em mantê-los.
Deixo às traças do tempo.
Mas não é o fim, senão uma reanálise de tudo o que já foi feito. Daqueles
que iniciaram comigo, como blogueiros, quer jornalistas, quer aventureiros,
apenas este velho aqui continua, não sei até quando (até quando puder manter o
site). Enfim, eles seguiram – um a um – o seu caminho de sucesso, enquanto
fiquei aqui na “terrinha” contando histórias.
Vale a pena. Não se a alma não é pequena. A minha, não sei o seu tamanho
(Deus o sabe). Queria que fosse diferente, mas as coisas são assim mesmo: sem
mérito ou demérito, um vazio qualquer no cenário cultural. Pode ou não ser, o
que será o amanhã (já dizia o poeta).
Rau Ferreira
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