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A Capelinha. Foto: Maria Júlia Oliveira
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A Capelinha no que se supões as cores originais
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“1º DE JAN. DE 1925. MANUEL RODRIGUES
DE OLIVEIRA E SUA ESPOSA ESTHER F. DE OLIVEIRA, MANDARAM CONSTRUIR ESTE
MONUMENTO, COMO UM ACTO DE AGRADECIMENTO A VIRG. SS. DO PERPETUO SOCORRO, POR
MERCÊS POR ELLES ALCANÇADAS. MERECEU APROVAÇÃO DE SUA EXCIA. REVMA. D.ADAUCTO,
ARCEBISPO DA PARAHYBA, E CONCURSO DO POVO E DO PE. JOSÉ BORGES QUE O INAUGUROU
SOLENIMENTE”.
“A “Capelinha”, como é chamado o
monumento erguido em homenagem a Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em
Esperança, está sendo restaurada após oitenta e três anos de construída. A
Prefeitura de Esperança contratou uma equipe coordenada pelo Monge Beneditino
com especialização em restauro, Adriano de Lima, para realizar os serviços de
restauração das instalações físicas interna e externas, portas, altar-mor e
recuperação da pintura original. Nos oito anos em que lida com a arte, o monge Adriano
já desenvolveu vários projetos de restauração em alguns estados do Brasil. Para
citar como exemplo, as restaurações da Capela do Santíssimo, no Mosteiro de São
Bento, em Fortaleza e, na Via Sacra da paróquia de Santa Isabel no Recife. O monge
Adriano Lima, que é formado em Teologia e Filosofia, com especialização em restauro,
é filho natural da cidade de Areia, aqui na Paraíba, e está radicado a sete
Segundo imagens da época (2008), a Capelinha seria branca; também observei umas fotos antigas, e em todas elas, prevalece o branco na pintura.
Quando da reforma, o monge pintou as portas de marrom conhaque, supomos que, ao retirar as diversas camadas, tenha-se chegado a essa coloração. Porém, o mais provável é que, quando da construção (1925) tenha-se optado pela madeira envernizada, e com o passar dos anos, foram pintando devido o desbotamento.
Entre os anos 60 e 70, o vigário paroquial, Padre Monsenhor
Palmeira, realizava na Capelinha a novena do Perpétuo Socorro, às
terças-feiras, sempre ao meio dia. A distância e outras empecilhos fizeram com
que essa tradição fosse deixada de lado, retomando a sua invocação há cerca de
dois anos, através do Padre João Paulo Victor, no mesmo dia, mudando apenas o
horário, que ficou estabelecido às 16 horas.
Que Maravilha.
ResponderExcluirMeu Perpétuo Socorro.
Rogai 'a Deus por n'os.
Linda esta narrativa historica. Fiquei emocionado , Quantas vezes estive ai com o Padre Palmeira , lhe ajudando em seus oficios paraquiais , e depois visitando curtindo sua beleza e também namorando muito sentado nestas pedras e admirando a sua beleza e a vista do açude e da cidade . Gratas lembranças e saudades. Agora conheço bem mais este pequeno monumento , mais que representa muito para mim e para todos aqueles que conhecem este lindo lugar. Parabenizo todos os que me deram a oportunidade de rever e conhecer melhor a historia linda da CAPELINHA ;
ResponderExcluirMaravilhoso... venho matutando um cordel sobre a menor praça do mundo. Sabia que suspeito de uma das nossas!
ResponderExcluirC49-246: Esperança ainda tem 3
ResponderExcluir(A menor Pracinha do mundo)
I
Uma nota de esperteza
Quando Esperança menor
Um ato de camaradagem
Acontece sem maior
Alardeado ou grita.
Não se sabe se a dita
Causa espanto ao derredor.
II
Promessa de campanha
No acordo eleitoral
Um lote de terra boa
Seria providencial
Pra começar um negócio
Para se sair do ócio...
Até hoje isso é legal.
III
O terreno era grande
Para uma praça nova
Mas um pedaço seria
Palavra que se comprova
Assim surgiria o auto
Da pracinha Dom Adauto...
Seus atores já na cova.
IV
E um deles me confessou
Que atendia ao que clama
Que, ao apelo do povo,
Cede e se proclama
Doa ao correligionário
O terreno milionário
E o que sobrou se chama:
V
Praça Dom Adauto
Pedaço de entroncamento
Um posto de combustível
Fez o seu acercamento.
Hoje é ponto de parada
Pra condução esperada
E disso não se vê lamento.
VI
A legislação se muda
O mundo vive de voltas
O espaço envelheceu
Já não é parte das cotas
Pode ser (re)aproveitado
Um bem público retomado
Arquitetura da marmota!
VII
A menor praça do mundo
Me arvoro a titulação
Quem achar que outra é
Aceito a contestação:
Sem um forte argumento
Já que em seu pensamento
Eu provoquei reflexão.
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(Em 04 de novembro de 2023)
C49-258: Esperança ainda tem 3
ResponderExcluir(A menor Pracinha do mundo)
I
Uma nota de esperteza
Quando Esperança menor
Um ato de camaradagem
Acontece sem maior
Alardeado ou grita.
Não se sabe se a dita
Causa espanto ao derredor.
II
Promessa de campanha
No acordo eleitoral
Um lote de terra boa
Seria providencial
Pra começar um negócio
Para se sair do ócio...
Até hoje isso é legal.
III
O terreno era grande
Para uma praça nova
Mas um pedaço seria
Palavra que se comprova
Assim surgiria o auto
Da pracinha Dom Adauto...
Seus atores já na cova.
IV
E um deles me confessou
Que atendia ao que clama
Que, ao apelo do povo,
Cede e se proclama
Doa ao correligionário
O terreno milionário
E o que sobrou se chama:
V
Praça Dom Adauto
Pedaço de entroncamento
Um posto de combustível
Fez o seu acercamento.
Hoje é ponto de parada
Pra condução esperada
E disso não se vê lamento.
VI
A legislação se muda
O mundo vive de voltas
O espaço envelheceu
Já não é parte das cotas
Pode ser (re)aproveitado
Um bem público retomado
Arquitetura da marmota!
VII
A menor praça do mundo
Me arvoro a titulação
Quem achar que outra é
Aceito a contestação:
Sem um forte argumento
Já que em seu pensamento
Eu provoquei reflexão.
Evaldo Pedro da Costa Brasil
(Em 04 de novembro de 2023)