O mote foi proposto por Silvino Olavo, em um poema de repente recitado no bar do primo Antônio, no antigo Pavilhão XIV de Novembro (Bar Noite de Natal). Alguns internautas seguiram contando essa história de “trancoso”, inclusive este blogueiro. Há a intenção de reunir todos num cordel, com a poesia popular de Silvino dando início, seguindo-se os autores esperancenses este mote. Por ora, fiquemos com os versos de P. S. de Dória: Esse tal velho Joaquim Que se dizia Tomás Fazia mais do que fez Há muitos anos atrás… Um dia contou uma história Que resgatou da memória, que hoje não se vê mais. E num gesto assombrado Pôs rima num “pé quebrado” Contando como se faz: - Eu fui ao mato caçar Um bicho quase me come! É melhor morrer de fome do que lá ir! Pelejei para subir Num malvado dum pau louro, Quase me larga o couro do braço! Recorri a Jesus no espaço com toda sua bonança para me dá socorro! Dessa vez quase que morro, de medo! Por ali tam...
Cidade. Esperança. Parahyba. Brasil.