Pular para o conteúdo principal

2015: América x Auto Esporte

América F. C. de Esperança (2015)
O aniversário de um dos clubes mais tradicionais da Paraíba, o Auto Esporte, foi comemorado de maneira simples, no Estádio Leonardo da Silveira no bairro de Cruz das Armas, na última segunda-feira 07 de setembro. No dia em que completou 79 anos, a diretoria do Macaco Autino organizou vários eventos dentre eles uma partida entre América F. C. de Esperança e o Auto Esporte com a presença de antigos jogadores. Com uma mescla de jogadores América e Auto Esporte fizeram uma boa partida, o América iniciou o jogo de forma arrazadora e terminou o primeiro tempo vencendo pelo placar de 3 x 0. No segundo tempo o Auto se organizou em campo e com a experiência de antigos ídolos o clube chegou ao empate ainda nos primeiros quinze minutos, o América fez algumas alterações e conseguiu controlar a partida jogando nos contra-ataques conseguiu ampliar o placar e venceu bem, placar final América F. C. 6 x 3 Auto Esporte.
Sempre sou convidado para estas festas e venho com maior prazer. Aqui a gente reencontra os amigos que não conseguimos ver normalmente. Eu e Betinho fomos campeões pelo Auto em 87, 90 e 92 e é bom voltar ao time que tivemos grandes vitórias – disse o atacante Isaías.
Mesmo com todas as adversidades, a diretoria do Auto Esporte continua a acreditar na força do clube, a cada aniversário do Alvirrubro a esperança é renovada. Nós não vamos nunca parar de festejar o nosso time. Os aniversários que fazemos renovam as nossas esperanças de que vamos melhorar a cada ano.

Ficha TécnicaAmérica F. C. 6 x 3 Auto Esporte
América F. C. – Van, Fábio, Bonifácio, Roberval, Vavá, Binha, Juá, Pelé, Fabiano, Marcos Bala, Gabiru, Gilvanildo, Pedro, Dudé, Pedro João.
Gols do América: Gabiru (4x), Binha e Fabiano.

Auto Esporte – Fábio, Cláudio, Zinho, Gordo Barezi, Zelito, Catolé, Manoel Sérgio, Mazinho, Mike, Isaias, Javan, Henriques, Valderez, Gilberto, Carlinhos Varadouro, Zé Maurício, Valber, Fárias, Cláudio Cabeção, Erivaldo.
Gols do Auto: Manoel Sérgio, Javan e Dudé contra.

Após o jogo foi oferecido uma recepção na sede social do São Paulo Esporte Clube no bairro de Cruz das Armas.


Fonte: http://esperancaesporte.blogspot.com.br/2015/09/america-vence-auto-esporte-no-dia-do.html?spref=fb

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Ruas tradicionais de Esperança-PB

Silvino Olavo escreveu que Esperança tinha um “ beiral de casas brancas e baixinhas ” (Retorno: Cysne, 1924). Naquela época, a cidade se resumia a poucas ruas em torno do “ largo da matriz ”. Algumas delas, por tradição, ainda conservam seus nomes populares que o tempo não consegue apagar , saiba quais. A sabedoria popular batizou algumas ruas da nossa cidade e muitos dos nomes tem uma razão de ser. A título de curiosidade citemos: Rua do Sertão : rua Dr. Solon de Lucena, era o caminho para o Sertão. Rua Nova: rua Presidente João Pessoa, porque era mais nova que a Solon de Lucena. Rua do Boi: rua Senador Epitácio Pessoa, por ela passavam as boiadas para o brejo. Rua de Areia: rua Antenor Navarro, era caminho para a cidade de Areia. Rua Chã da Bala : Avenida Manuel Rodrigues de Oliveira, ali se registrou um grande tiroteio. Rua de Baixo : rua Silvino Olavo da Costa, por ter casas baixas, onde a residência de nº 60 ainda resiste ao tempo. Rua da Lagoa : rua Joaquim Santigao, devido ao...

A menor capela do mundo fica em Esperança/PB

A Capelinha. Foto: Maria Júlia Oliveira A Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro está erigida sob um imenso lajedo, denominado pelos indígenas de Araçá ou Araxá, que na língua tupi significa " lugar onde primeiro se avista o sol ". O local em tempos remotos foi morada dos Índios Banabuyés e o Marinheiro Barbosa construiu ali a primeira casa de que se tem notícia no município, ainda no Século XVIII. Diz a história que no final do século passado houve um grande surto de cólera causando uma verdadeira pandemia. Dona Esther (Niná) Rodrigues, esposa do Ex-prefeito Manuel Rodrigues de Oliveira (1925/29), teria feito uma promessa e preconizado o fim daquele mal. Alcançada a graça, fez construir aquele símbolo de religiosidade e devoção. Dom Adauto Aurélio de Miranda Henriques, Bispo da Paraíba à época, reconheceu a graça e concedeu as bênçãos ao monumento que foi inaugurado pelo Padre José Borges em 1º de janeiro de 1925. A pequena capela está erigida no bairro da Bele...

Irineu Jóffily na historiografia local

Irineu Ceciliano Pereira Jóffily A região da Borborema onde Esperança se localiza começou a ser repartida a partir do século XVII e XVIII para colonos portugueses e luso-brasileiros que subiam a serra.   Os registros detalhados por Jóffily em seu livro “Synopsis das Sesmarias da Capitania da Parahyba” (1894) apontam que as concessões naquelas imediações visavam, prioritariamente, a criação de gadum vacum , alargando as fronteiras de pastagem do interior. Ele descendia dos Oliveira Lêdo, uma das famílias responsáveis pela ocupação dos sertões paraibanos — incluindo áreas próximas ao atual município de Esperança. Joffily é considerado um dos primeiros historiadores a escrever sobre a Paraíba, rompendo com a dependência de historiadores pernambucanos. O que se tinha antes, em nosso Estado, eram relatos orais e crônicas influenciados pelos escritos do Século XIX. Ao resgatar as fontes primárias de terras coloniais, transformou a pesquisa no alicerce da historiografia. O “cronis...

Matias Grangeiro

Matias Grangeiro nasceu no dia 20 de abril de 1941, filho do também comerciante Severino Grangeiro de Maria. Casado com a Sra. Luciene Honorato, era pai de cinco filhos: Fabiana (in memorian), Miguell, Renato, Fábio e Taiana; esta última, primeira dama de nosso Município. I niciou no comércio com uma torrefação de café - o Dona Branca -   em 1968, na Rua José Andrade da Silva. Após a extinção desta firma , devido a forte concorrência , ingressou na revenda de móveis e eletrodomésticos (1975), fundando a “Matias Grangeiro & Cia. Ltda” com o nome fantasia de DECORAMA . Esta chegou a ter 26 filiais no Estado (oão Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Cabedelo, Guarabira, Mamanguape, Queimadas, Alagoa Grande, Solânea, Areia, Bananeiras, Cuité, Remígio, Picuí, Pocinhos, Barra de Santa Rosa, Soledade, Arara, Nova Floresta, etc.), com 220 funcionário e gerando cerca de 300 empregos diretos. Com o sucesso que obteve neste ramo , abriu filiais nas cidades de...

Toinho da Cocheira, por Pedro Dias

Vizinho a casa que Tutu construiu, na praça Dom Adauto, à direita de quem vai para a maternidade, existia uma cocheira e uma casinha de taipa. Nela morava uma senhora com o filho, que todos chamavam de “Toinho da Cocheira”. O nome da mãe dele era dona Lambú, uma velha rezadeira. Certa feita, ela rezou por mais de mês o meu pé inchado de uma queda que sofri da cisterna da Escola Irineu Jóffily, brincando com “Cem de Tutu”. Um correndo atrás do outro. Me arrebentei todo dessa queda. Lembro-me como se fosse hoje. Com um pedaço de pano sobre o meu pé e uma agulha cosendo o pano, ela dizia: - Que cozo? Eu respondia: Carne triada! Isso, por muitas vezes, todo o dia, por mais de mês. Toinho da Cocheira era um molecão de 17 pra 18 anos que guardava os jumentos dos outros sitiantes nos tocos de paus por ali existentes, na cachoeira, enquanto eles iam fazer a feira, para ganhar alguns mil réis!   Pedro Dias do Nascimento Poeta e escritor