Matias Grangeiro nasceu no dia 20 de abril de 1941, filho do também comerciante Severino Grangeiro de Maria. Casado com a Sra. Luciene Honorato, era pai de cinco filhos: Fabiana (in memorian), Miguell, Renato, Fábio e Taiana; esta última, primeira dama de nosso Município. I niciou no comércio com uma torrefação de café - o Dona Branca - em 1968, na Rua José Andrade da Silva. Após a extinção desta firma , devido a forte concorrência , ingressou na revenda de móveis e eletrodomésticos (1975), fundando a “Matias Grangeiro & Cia. Ltda” com o nome fantasia de DECORAMA . Esta chegou a ter 26 filiais no Estado (oão Pessoa, Campina Grande, Santa Rita, Cabedelo, Guarabira, Mamanguape, Queimadas, Alagoa Grande, Solânea, Areia, Bananeiras, Cuité, Remígio, Picuí, Pocinhos, Barra de Santa Rosa, Soledade, Arara, Nova Floresta, etc.), com 220 funcionário e gerando cerca de 300 empregos diretos. Com o sucesso que obteve neste ramo , abriu filiais nas cidades de...
Cidade. Esperança. Parahyba. Brasil.


BOA REPORTAGEM O MEQUINHA É GRANDE COMO EH ESTA CIDADE.
ResponderExcluire bom lembra o futebol tao isquecido de esperanca ok. Michellin
ResponderExcluirGrande Rau, o que me fascina ao buscar a história do Treze é que nos anos 50, ele era muito respeitado e até mesmo de certa forma, endeusado quando jogava pelas cidades da Paraíba e de Pernambuco. O time do Treze dos anos 50 é talvez o melhor de sua história. Tenho certeza, que, se na época existisse um Campeonato Nacional, o Treze de Harry Carey, Mário Buchudo e etc, teria feito um estrago nos times dito grandes do sudeste. Uma pena que os dirigentes do Treze na época, não se preocupavam em disputar o Estadual continuadamente. O Treze poderia ter ganho facilmente uns 7 títulos seguidos. Parabéns pelo post.
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