Por Eliomar Rodrigues de Farias* No final dos anos 50, o Grupo Escolar Irineu Joffily, situado à rua Joviniano Sobreira, em Esperança, Paraíba, era todo murado com altura de aproximadamente 2 (dois) metros e possuía apenas uma entrada, na rua Joviniano Sobreira, através de um portão de ferro largo com 2 (dois) metros de altura. No prédio haviam corredores que dava acesso às salas de aulas. Ao lado balaustrada, que era uma fileira de pequenas colunas que sustentavam um corrimão ou peitoril, formando um parapeito ou grade decorativa, comum em escadarias, varandas e terraços para dar suporte e segurança. Pois bem, nesse espaço, quando não havia aulas, Eu (Cem de Tutu), Beinha do Sr. Dorgival, Elifas, Tida Tavera, Marcos de Tutu, João de Sr. Anisio, os filhos de D. Aderita: Jadailton, Gilson, Jaime, Janilton e outros colegas que não lembro no momento, todos moravam próximo ao Grupo Escolar, aproveitávamos esse horário sem aulas para jogar. Usávamos bolas de meias, por nós p...
Cidade. Esperança. Parahyba. Brasil.


BOA REPORTAGEM O MEQUINHA É GRANDE COMO EH ESTA CIDADE.
ResponderExcluire bom lembra o futebol tao isquecido de esperanca ok. Michellin
ResponderExcluirGrande Rau, o que me fascina ao buscar a história do Treze é que nos anos 50, ele era muito respeitado e até mesmo de certa forma, endeusado quando jogava pelas cidades da Paraíba e de Pernambuco. O time do Treze dos anos 50 é talvez o melhor de sua história. Tenho certeza, que, se na época existisse um Campeonato Nacional, o Treze de Harry Carey, Mário Buchudo e etc, teria feito um estrago nos times dito grandes do sudeste. Uma pena que os dirigentes do Treze na época, não se preocupavam em disputar o Estadual continuadamente. O Treze poderia ter ganho facilmente uns 7 títulos seguidos. Parabéns pelo post.
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