Pular para o conteúdo principal

Esperança tem novo padre!

Padre João Paulo

Em carta-circular o Bispo Diocesano de Campina Grande, Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap, anuncia transferências e criação de novas paróquias na abrangência de seu episcopado.
Nesse aspecto, após convocar os Conselhos Episcopal e Presbiterial, ambos de caráter consultivo, e realizada a oração antes de tomar qualquer decisão, a exemplo do Mestre Jesus, Dom Delson decidiu apresentar as mudanças, dentre elas, a transferência do Padre Romualdo Vieira para a Paróquia de São Cristóvão, no bairro do Centenário, em Campina Grande.
Quanto aos destinos da Paróquia do Bom Conselho, deste Município de Esperança, doravante ficarão a cargo do Padre João Paulo Souto Victor.
O Padre João Paulo antes estava responsável pela Paróquia de Massaranduba. Os fiéis desta terra de Banabuyé, e de Boa Esperança, desejam as boas-vindas ao novo pároco, força para enfrentar as dificuldades, e muita luz nesta caminhada.
A Paróquia de Esperança conta atualmente com o pré-seminário, a cargo do Padre Daniel Linhares, e o vigário João de Deus Lira, que exerce o seu ministério em sua terra natal.
No link a seguir é possível assistir uma homilia do Padre João Paulo: https://www.youtube.com/watch?v=hGrt4vd0TUU

Rau Ferreira

Referências:
- Carta Circular 001/2016, Diocese de Campina Grande – PB. Dom Frei Manoel Delson Pedreira da Cruz, OFMCap, em 09/11/2016.
- Diocese de Campina Grande, site oficial. Disponível em: http://diocesedecampinagrande.org/noticiasdiocese/carta-circular-nomeacoes-transferencias-e-criacao-de-paroquias/, acesso em 09/11/2016.

- Jornal “A Cidade”, jornalista Isabele Rackel. Perfil do Facebook, em 09/11/2016.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

A menor capela do mundo fica em Esperança/PB

A Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro está erigida sob um imenso lajedo, denominado pelos indígenas de Araçá ou Araxá, que na língua tupi significa “lugar onde primeiro se avista o sol”. O local em tempos remotos foi morada dos Índios Banabuyés e o Marinheiro Barbosa construiu ali a primeira casa de que se tem notícia no município, ainda no Século XVIII. Diz a história que no final do século passado houve um grande surto de cólera causando uma verdadeira pandemia. Dona Esther (Niná) Rodrigues, esposa do Ex-prefeito Manuel Rodrigues de Oliveira (1925/29), teria feito uma promessa e preconizado o fim daquele mal. Alcançada a graça, fez construir aquele símbolo de religiosidade e devoção. Dom Adauto Aurélio de Miranda Henriques, Bispo da Paraíba à época, reconheceu a graça e concedeu as bênçãos ao monumento que foi inaugurado pelo Padre José Borges em 1º de janeiro de 1925. A pequena capela está erigida no bairro da Beleza e sua entrada se dá pela Rua Barão do Rio Branco. Nele encont…

Esperança caminha para instalação do seu instituto histórico e geográfico/ IHGE

Em reunião deliberativa autoridades, intelectuais, poetas, acadêmicos e algumas das principais instituições ligadas à história e à cultura de Campina Grande e Esperança, estiveram em reunião, na tarde desta quinta-feira (14/12), no Centro Cultural e Biblioteca “Dr. Silvino Olavo”, em torno do ideal da fundação do IHGE – Instituto Histórico e Geográfico de Esperança. A ideia que surgiu em 2014, volta a ser discutida pela sociedade esperancense, na perspectiva de resgate da memória local, com o apoio dos Institutos Paraibano, representado pela Dra. Maria Ida Steinmuller, Campinense (Edmilson Rodrigues) e de Serra Branca, na pessoa do Prof. Thomas Bruno Oliveira (IHGP, IHCG e IHGSB),  Nuphel – Núcleo de Pesquisa e História Local/UEPB, pelo Professor Flávio Carreiro, Fórum Independente de Cultura de Esperança, com o ativista Evaldo Brasil (FIC) e da Sociedade Parahybana de Arqueologia (SPA), através do escritor Vanderley de Brito. Participam ainda o Secretário de Educação do Município, pa…

Antiga Capela do Cemitério

A ampliação do cemitério público acontecida há alguns anos fez desaparecer a antiga capela que existia no centro deste Campo Santo. Muitos ainda se lembram daquele galpão dedicado as orações, onde se acendiam velas às almas. Não era muito grande, mas o suficiente para se encomendar o corpo com as exéquias. Ali se encerrava o cemitério, existindo poucas covas por trás daquele edifício e em sua volta, por onde se passava com dificuldades. Até 1930 a administração do cemitério era atribuição da igreja, por ter sido por esta construída, segundo a tradição, no final do Século XVII por obra do missionário Padre Ibiapina para enterrar as vítimas da cólera. Através do Ofício nº 70, de 17 de dezembro de 1930, em ordem ao Decreto Estadual nº 29 do mesmo mês e ano, que direcionava às prefeituras municipais todos os cemitérios existentes no Estado, solicitava o Vice-prefeito Inácio Rodrigues de Oliveira da autoridade eclesiástica local as chaves do cemitério. Foram entregues à edilidade não apenas…