Pular para o conteúdo principal

Rotary Clube Esperança (2a Parte)

O Rotary Clube de Esperança é uma entidade sem fins lucrativos que trabalha em prol da paz e compreensão mundial. Nesse contexto, realizam ações contra a fome, analfabetismo, doenças endêmicas e epidêmicas, proporcionando ainda intercâmbio internacional de jovens (estudantes do 2º grau) e de grupos de estudos (jovens profissionais), além de cursos de inclusão social e outras ações que objetivam a melhoria da comunidade local e mundial.
O clube rotário de Esperança foi reconhecido de utilidade pública em 06 de novembro de 2000 (Lei Municipal nº. 967), obtendo da prefeitura uma concessão de uso de terreno urbano para a construção de sua sede através da Lei Municipal nº. 1.126, de 09 de maio de 2007.
Desde 2009, os rotarianos vêm se empenhando na aquisição de fundos para a edificação e sua sede administrativa e social. Para tanto, tem promovido festas (carnaval, destaque empresarial e S. João) que permitiram até agora a edificação dos alicerces, muro e algumas paredes.
Após concluída a obra terá as seguintes características: 448,23 m2, térreo; 523,83 m2, recepção (1º. Pavimento), sendo o total do terreno de 750 m2.
Não é demais lembrar que o RCE foi fundado em 1º de dezembro de 1977 e admitido no RI em 27 de abril de 1978, realizando reuniões todas as quartas-feiras na rua Monsenhor Palmeira, 139-A, Esperança/PB.

Rau Ferreira

Fonte:
- ESPERANÇA, Livro do Município de. Ed. Unigraf. Esperança/PB: 1985.
- R.C. ESPERANÇA, Informativo especial. Mês de novembro. Esperança/PB: 2009.


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Quem foi Padre Zé?

  Padre Zé Coutinho nasceu em 18 de novembro de 1897, numa quinta-feira, às três horas da tarde, no povoado de Esperança. A sua casa ficava na esquina entre as ruas Manuel Rodrigues e Solon de Lucena. Essa residência foi derrubada nos anos 90 e hoje abriga uma loja de peças de automóveis. O seu pai era Conselheiro Imperial, cargo que exerceu até o início do Século passado, atuando em diversas cidades do Brejo paraibano, inclusive Esperança, onde o futuro padre nasceu. O seu tio, Monsenhor Odilon Coutinho, se destacou como educador e político; foi deputado estadual nos anos 20, e Cônego Honorário do Cabido Metropolitano, além de Monsenhor Camareiro Papal e membro do Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba. Seus padrinhos deixaram tudo o que possuíam para o afilhado, sendo o principal bem a propriedade “Maris Preto” em Montadas, que foi vendida pelo vigário em 1927, quando este se dedicou à causa da pobreza, peço preço de sete contos de réis. Costumava confessar os pobres...

A Pedra do Caboclo Bravo

Há quatro quilômetros do município de Algodão de Jandaira, na extrema da cidade de Esperança, encontra-se uma formação rochosa conhecida como “ Pedra ou Furna do Caboclo ” que guarda resquícios de uma civilização extinta. A afloração de laminas de arenito chega a medir 80 metros. E n o seu alto encontra-se uma gruta em formato retangular que tem sido objeto de pesquisas por anos a fio. Para se chegar ao lugar é preciso escalar um espigão de serra de difícil acesso, caminhar pelas escarpas da pedra quase a prumo até o limiar da entrada. A gruta mede aproximadamente 12 metros de largura por quatro de altura e abaixo do seu nível há um segundo pavimento onde se vê um vasto salão forrado por um areal de pequenos grãos claros. A história narra que alguns índios foram acuados por capitães do mato para o local onde haveriam sucumbido de fome e sede. A s várias camadas de areia fina separada por capas mais grossas cobriam ossadas humanas, revelando que ali fora um antigo cemitério dos pr...

Ruas tradicionais de Esperança-PB

Silvino Olavo escreveu que Esperança tinha um “ beiral de casas brancas e baixinhas ” (Retorno: Cysne, 1924). Naquela época, a cidade se resumia a poucas ruas em torno do “ largo da matriz ”. Algumas delas, por tradição, ainda conservam seus nomes populares que o tempo não consegue apagar , saiba quais. A sabedoria popular batizou algumas ruas da nossa cidade e muitos dos nomes tem uma razão de ser. A título de curiosidade citemos: Rua do Sertão : rua Dr. Solon de Lucena, era o caminho para o Sertão. Rua Nova: rua Presidente João Pessoa, porque era mais nova que a Solon de Lucena. Rua do Boi: rua Senador Epitácio Pessoa, por ela passavam as boiadas para o brejo. Rua de Areia: rua Antenor Navarro, era caminho para a cidade de Areia. Rua Chã da Bala : Avenida Manuel Rodrigues de Oliveira, ali se registrou um grande tiroteio. Rua de Baixo : rua Silvino Olavo da Costa, por ter casas baixas, onde a residência de nº 60 ainda resiste ao tempo. Rua da Lagoa : rua Joaquim Santigao, devido ao...

A origem...

DE BANABUYU À ESPERANÇA Esperança foi habitada em eras primitivas pelos Índios Cariris, nas proximidades do Tanque do Araçá. Sua colonização teve início com a chegada do português Marinheiro Barbosa, que se instalou em torno daquele reservatório. Posteriormente fixaram residência os irmãos portugueses Antônio, Laureano e Francisco Diniz, os quais construíram três casas no local onde hoje se verifica a Avenida Manoel Rodrigues de Oliveira. Não se sabe ao certo a origem da sua denominação. Mas Esperança outrora fora chamada de Banabuié1, Boa Esperança (1872) e Esperança (1908), e pertenceu ao município de Alagoa Nova. Segundo L. F. R. Clerot, citado por João de Deus Maurício, em seu livro intitulado “A Vida Dramática de Silvino Olavo”, banauié é um “nome de origem indígena, PANA-BEBUI – borboletas fervilhando, dados aos lugares arenosos, e as borboletas ali acodem, para beber água”. Narra a história que o nome Banabuié, “pasta verde”, numa melhor tradução do tupi-guarani, ...

Instituto Elízio Sobreira

Entre as poucas escolas particulares, existentes em nosso município, em meados dos anos 50 do Século passado, destaca-se o Instituto Comercial “Elízio Sobreira”, do professor Milton de Souza Leão. Este educandário muito colaborou para atender a demanda crescente do alunado local, em idade de escolarização, ensinando-lhe as primeiras letras. O recifente, dirigente desta escola, também se esforçava para preencher o “vazio” edudacional, formando técnicos para o mercado de trabalho, além de estimular a prática da música, da oratória e dos desportos. O instituto contava ainda com um Centro Cultural denominado de “Samuel Duarte”, fundado no dia 7 de setembro de 1943. Nele, os estudantes realizavam reuniões lítero-recreativas. Em suas atividades, incluía-se a publicação do jornal de festa “O Clarão”. O periódico contava com a direção do Sr. Theotônio Rocha, e secretário o próprio Professor Milton Leão. A edição de 24 de julho de 1943 foi inteiramente dedicada ao seu patrono “Samuel Duar...