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Nossa produção cultural

Esperança é um celeiro de homens e idéias. Não é para menos. Existem aqui inúmeros talentos encubados, escondidos, prontos para expor a sua arte e somente esperando a oportunidade certa. E muitos deles já foram divulgados neste blog.
Na poesia, citamos os vencedores do FestCordel, com destaque para os desenhos daquele certame. No artesanato temos os diversos trabalhos realizados pelas comunidades locais e que podem ser vistos tanto na Casa do Artesão como na Oficina de Artesanato. Os mais famosos são a “Boneca Esperança” e o sisal de Massabiele.
Na pintura lembramos Renato Rocha, Marquinhos Pintor, Filipe Pajaú e Vitório Lins.
Nas letras fizemos uma relação da nossa produção literária, exaltando os seus principais representantes como Inácio Gonçalves de Souza, Magna Celi, Carmita Costa, Evaldo Brasil, Regina Celi, Francisco Cláudio e José Bezerra, sendo a professora Marilda Coêlho a grande revelação dos últimos tempos.
Mas apesar de todo esse esforço a nossa produção ainda é tímida e carece de um incentivo maior. O EMARPE realizado no meio deste ano foi um marco, por assim dizer, pois colocou em evidência certos potenciais adormecidos. Contudo falta-nos ainda uma feira literária e outros eventos ligados as artes a exemplo de outros municípios que realizam seus festivais.
No passado Esperança sediou os Festivais de Inverno e Feiras da Batatinha. Creio que estes eventos poderiam ser resgatados com uma ênfase para a cultura.
O êxito estaria em divulgar esses nomes a nível de Estado, atrair turistas e fazer o comércio circular ainda mais, gerando emprego e renda e aumentando a arrecadação de ISS e ICMS.
No detalhe da foto o "pastoril" de 2009, na percepção de Rodolpho Raphael do site Notícias Esperancenses; e do nosso acervo, em menor escala, o um antigo folguedo local.

Rau Ferreira

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