Pular para o conteúdo principal

CMJP: 30 Anos


Fundado em 1980, pela professora Maria Alice Torres, a escola “Menino Jesus de Praga” completa este ano 30 anos de história e nesta trajetória assumiu outras denominações, criou uma segunda unidade e formou diversos alunos que se encontram no mercdo de trabalho dentro e fora de Esperança.
Funcionou inicialmente em uma residência na Praça Augsuto Donado em uma casa cedida pelo seu esposo José Torres, com 50 alunos matriculados. O intuito era fornecer uma educação de qualidade.
Os primeiros professores foram Ozimar Galdino, Vilma, Ana Dalva, Glória Garcia e Sandra Cardinale, porém muitos outros passaram pela instituição.
No início dona Alice se encarregou em dirigir a escola, acumulando outras funções. Tempos depois foi auxiliada pela sua filha Lila Torres, que também é psicóloga. E desde 2006, a função pertence a Daniela Torres e Felippe Augusto, que deram “força nova” a equipe.
Do quadro antigo permanecem prestando serviço Fátima, Márcia, Netinha, Socorro Cosmo, Dora, Josinélia, Lena e Lourdinha.
Das séries iniciais ao ensino médio foi uma grande evolução perpetrada pela direção, que assumiu o pálio atual de “Colégio Menino Jesus”. Deu-se então a ampliação do antigo prédio e instalação de uma outra unidade em 2002, na Rua Monsenhor Palmeira.
O colégio segue um calendário de eventos que estimula o crescimento do alunado através de gincanas, jogos estudantis, feira de ciência etc. A proposta pedagógica é sócio-interacionista por isso seu lema é “Educar é partilhar”.
Festejando seus 30 anos o colégio se destaca entre as escolas particulares de maior tradição na cidade.

Rau Ferreira

Fonte:
Livro do Município de Esperança. Ed. Unigraf: 1985, p. 45;
SANTOS, Marinalva B. M., e ROCHA, Fernando. Cordel Colégio Menino Jesus: 30 anos de história. Esperança/PB: agosto de 2010;
Blog Mix Notícias, disponível em: http://blogmixnoticias.blogspot.com;
- Portal Mix 1, disponível em: http://www.portalmix1.webnode.pt/;

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Eleusio Freire e o algodão colorido

O algodão é de fibras brancas e somente 0,5% se constitui de fibras coloridas, o que nos resta uma questão: os algodões coloridos são transgênicos? A resposta é “não”, e quem nos informa é o agrônomo Dr. Eleusio Curvelo Freire, formado pela Universidade Federal da Paraíba, com mestrado em Fitotecnia pelo Centro de Ciências Agrárias da Universidade do Ceará. Possui o título de Doutorado em melhoramento de plantas pela Universidade de São Paulo – USP. No Brasil desde o seu descobrimento houve relato da existência de algodões cultivados pelos indígenas. Posteriormente estes algodões foram chamados de “rim de boi” (porque tinham sementes coladas) quebradinho (sementes descoladas) todos conhecidos genericamente como tipos arbóreos. No início do século XX surgiu um tipo de algodão arbóreo conhecido como algodão mocó porque tinha sementes semelhantes as fezes do roedor de mesmo nome. Este algodão foi selecionado por produtores do Seridó do Rio Grande do Norte e foi uma grande fonte de ren...

Rua Matias Fernandes, antiga casa de seu Domingos F. Queiroz.

A menor capela do mundo fica em Esperança/PB

A Capelinha. Foto: Maria Júlia Oliveira A Capela de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro está erigida sob um imenso lajedo, denominado pelos indígenas de Araçá ou Araxá, que na língua tupi significa " lugar onde primeiro se avista o sol ". O local em tempos remotos foi morada dos Índios Banabuyés e o Marinheiro Barbosa construiu ali a primeira casa de que se tem notícia no município, ainda no Século XVIII. Diz a história que no final do século passado houve um grande surto de cólera causando uma verdadeira pandemia. Dona Esther (Niná) Rodrigues, esposa do Ex-prefeito Manuel Rodrigues de Oliveira (1925/29), teria feito uma promessa e preconizado o fim daquele mal. Alcançada a graça, fez construir aquele símbolo de religiosidade e devoção. Dom Adauto Aurélio de Miranda Henriques, Bispo da Paraíba à época, reconheceu a graça e concedeu as bênçãos ao monumento que foi inaugurado pelo Padre José Borges em 1º de janeiro de 1925. A pequena capela está erigida no bairro da Bele...

Frei Caneca pernoitou em Esperança-PB ?

  Frei Caneca (1779-1825) em seu “Itinerário do Ceará” descreve com maestria os dias que se seguiram à sua prisão, até bem pouco antes da sua execução. Em seu diário, narra a passagem por Campina Grande-PB e a impressão que ficou daquele 12 de dezembro de 1824. No seu trajeto, o clérigo antes de aportar à “Rainha da Borborema”, passou por “Bonaboiú”, onde pernoitou próximo à cachoeira de João Saraiva, como o próprio frade descreve: “ Despois de passarmos ao través do rio das Piranhas, tomamos a travessa para o riacho dos Porcos, e passando pelas fazendas Lagoa Rachaça e Poço do Cruz, viemos dormir à cachoeira de João Saraiva, morador em Bonaboiú . Pouco antes de aqui chegarmos, um soldado, desacauteladamente batendo com o coice da granadeira no chão, e esta disparando-se, feriu um dos camaradas, passando-o de parte a parte e matou o cavalo de José da Cruz Gouveia, conselheiro do governo temporário da Paraíba. Neste dia vencemos cinco léguas de caminho. Na manhã do dia 5 saímos do a...

Ruas tradicionais de Esperança-PB

Silvino Olavo escreveu que Esperança tinha um “ beiral de casas brancas e baixinhas ” (Retorno: Cysne, 1924). Naquela época, a cidade se resumia a poucas ruas em torno do “ largo da matriz ”. Algumas delas, por tradição, ainda conservam seus nomes populares que o tempo não consegue apagar , saiba quais. A sabedoria popular batizou algumas ruas da nossa cidade e muitos dos nomes tem uma razão de ser. A título de curiosidade citemos: Rua do Sertão : rua Dr. Solon de Lucena, era o caminho para o Sertão. Rua Nova: rua Presidente João Pessoa, porque era mais nova que a Solon de Lucena. Rua do Boi: rua Senador Epitácio Pessoa, por ela passavam as boiadas para o brejo. Rua de Areia: rua Antenor Navarro, era caminho para a cidade de Areia. Rua Chã da Bala : Avenida Manuel Rodrigues de Oliveira, ali se registrou um grande tiroteio. Rua de Baixo : rua Silvino Olavo da Costa, por ter casas baixas, onde a residência de nº 60 ainda resiste ao tempo. Rua da Lagoa : rua Joaquim Santigao, devido ao...