Hoje me dei conta que perdi a conta. Foram tantas publicações, tantos textos, artigos poemas que já nem sei mais por onde andam, nem contabilizo. Agora a pouco tentei juntar todo o material numa pasta para arquivo pessoal. Não foi possível. Digo ao meu futuro biógrafo, terás tanto trabalho quanto tive para produzi-los. Que fique para a posteridade, enquanto a lucidez em mim brilha. Sinto a necessidade premente de me afastar, dedicando-me mais ao trabalho e às lides jurídicas. Confio em Deus que terei forças ainda por mais um tempo para manter esta vida dupla de escritor e operador do direito, e no final prestarei contas como um bom servo do Senhor. Disse o poeta, que o olhar no mar da vida não nos ensina a chorar. Esperança, era o que SOL queria dizer, amigos Rau Ferreira
Cidade. Esperança. Parahyba. Brasil.