Em artigo para o jornal “O Rebate” responde o esperancense Epaminondas Câmara a pergunta “Quantos padres nasceram em Campina Grande”, isso considerado à época da publicação, e sua pesquisa nos idos de 1957. Ao início do artigo, nos chama a atenção por ser a cidade rainha a que mais conta com filhos titulados nas escolas superiores. De fato, Campina possui centros universitários, e não era de se estranhar, que esse Município se destacasse no seio acadêmico. E prossegue fazendo um contraponto com o seu objetivo: “ Seria enfadonho se fossemos nomeá-los. Se é grande o número de doutores, é pequeno o de padres e frades ”. Lembra o articulista que nos tempos do Império ordenava-se um ou dois membros de cada família abastarda, “ em cuja casa grande havia capela e sacerdotes para os ofícios divinos; hoje não há mais tal demonstração de fé que tanto brilho emprestou ao culto público ”. Durante a monarquia, o Seminário de Olinda, o único no gênero até 1854, conferia as ordens maiores a inúme...
Cidade. Esperança. Parahyba. Brasil.