Zé Costa fazendo a barba de Chico Braga Narrando as suas memórias, o ilustre João de Patrício relata a extinção dos barbeiros, cujo texto está publicado no seu blog “Revivendo Esperança”. Neste, relembra Zé Costa, que também atuou no município como Fiscal de Menores, função que muito se assemelha àquela que é realizada pelos Conselheiros Tutelares. Assim, gostaria de dar a minha contribuição, lembrando os antigos barbeiros que atuaram em Esperança: Zé Calor, no início da rua do Sertão; Luiz Barbeiro, casado com dona Terezinha; Pedro Barbeiro, ao lar do Bar de Basto Finfa; Antônio Barbeiro, que durante muito tempo trabalhou vizinho à Didi de Lita, e depois se mudou para o lado da Igreja; Raimundo da Madeireira, que por um tempo também cortou cabelo, e Antônio Barbeiro, pai de Mané Galego. Cícero Clementino Dentre estes, escolhi o Sr. Cícero Clementino dos Santos para homenagear. Seu Cícero ingressou na profissão aos 17 anos, e trabalhou por mais de 55 anos como barbeiro...
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