Alenda é Caricé Esperançaé a região DosÍndios Banaboiés Cujodrama conhecerão. Dentreos moços Doserviço de demarcação Haviaum que costumava cantar Aosom de um dolente violão Àmoda de endecha Umatriste canção... O jovemMorais Valcácer Filhode um donatário da região Passavaas tardes a dedilhar Àbeira de um riachão. Eramos tempos das Sesmarias Quese fazia a demarcação Euma índia a passear Ouvindoo ritmo da paixão Deixou-sepelo jovem encantar. Pertenciaa tribo Banaboié Quepovoara a região E apretexto de ir buscar Águapara sua obrigação Omancebo ia visitar. Oamor tem suas armadilhas Quepenetram fundo o coração Yaraaprendera a cantar Econheceu também a decepção. Aofim dos trabalhos Deixouo jovem aquele riachão Paraa sua terra regressar Nãolhe explicando a razão. Aíndia insulada a chorar Pedirapara a Lua-Yaci Aliviara sua sofreguidão Masnem o Sol-Guaraci Deu-lhea devida atenção. Aimagem do amado a recordar Todosos dias, no riachão, Ostranseuntes a perguntar Ador e toda a sua solidão. Oespectro...
Cidade. Esperança. Parahyba. Brasil.