Soneto de Esperança, poema de Evaldo Brasil

By | 18.2.15 Deixe seu comentário
(Dedicado a Silvino Olavo)

Canto a tristeza como quem canta
a morte para a morte,
como quem perde o norte
em busca de uma alegria santa!

E ela fulminante se impõe,
desafinando a voz sem piedade,
impedindo a luz da realidade
semear razão no que sonhe.

Mas eu me encontro com o sorriso
dando vez e voz ao meu cantar
para ter valor minha alegria.

Pois há crescimento e energia
a suprir meu justo caminhar
para construir o sonhado paraíso.

Evaldo Brasil

In: ESPERANÇA, Revista da. 3ª Edição. Esperança/PB: 1997.


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