Como não lembrar do Padre Zé? Benemérito da ação social na Paraíba, fundou um instituto e um hospital que leva seu nome, ambas as instituições de ajuda aos mais necessitados. Também era músico, escritor e professor. Devoto incondicional de Nossa Senhora do Carmo, participou da fundação do Jornal “O Lábaro” e da orquestra “Regina Pacis”, e criou uma espécie de cooperativa para ajudar os seminaristas pobres junto ao Seminário da Parahyba. Apesar de radicado na Capital paraibana, nunca esqueceu o seu torrão: “ Nasci no dia 18 de novembro de 1897, num dia de quinta-feira, às três horas da tarde, no povoado de Esperança ”. Caridoso, nunca se descuidou de seu rebanho e fazia de um tudo para angariar fundos para as suas obras assistenciais. Quem é que não se lembra de suas investidas pelas ruas de João Pessoa em sua cadeira de rodas cutucando um e outro transeunte por uma contribuição? Conta-se que certa feita estava o Padre Zé na entrada do cinema junto às catracas, e batendo d...
Cidade. Esperança. Parahyba. Brasil.