Pedro Pichaco (conto III)

By | 5.1.15 Deixe seu comentário
Conto III

Dando continuidade a série de publicações sobre os “causos” de Pedro Pichaco, trazemos mais um conto que nos foi enviado por um anônimo que assina sob o pseudônimo de Índio Banabuyé. Assim escreve o assíduo leitor do nosso blog:

UÍSQUE CARIOCQUÊS

Pedro freqüentava tudo quanto era baile e boite. Gostava de jogos de azar, quando não estava apostando na roleta, bancava “Caipira”. Mantinha uma vida boêmia, como todo bom malandro.
Mas o conto é que estando Pedro Pichaco em Esperança apostando na banca de ‘Trinta e seis’, aproximou-se uma senhora vinda do Rio de Janeiro e com um sotaque muito peculiar disse:
- Pedro, me oferte um wu-vís-quér!

De pronto, este lhe respondeu:

- Se a senhora souber escrever o que acaba de me dizer, eu pago até uma garrafa!”
O Índio Banabuyé

Com efeito, o nosso fraterno MM.: José Luiz do Nascimento em uma conversa informal que mantivemos acerca das aventuras do malandro esperancense, já havia relatado tal acontecido nessas paragens. E mais, que as peripécias de Pedro eram conhecidas em muitos cantos do Brasil.

Rau Ferreira


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