Silvino Olavo escreveu que Esperança tinha um “ beiral de casas brancas e baixinhas ” (Retorno: Cysne, 1924). Naquela época, a cidade se resumia a poucas ruas em torno do “ largo da matriz ”. Algumas delas, por tradição, ainda conservam seus nomes populares que o tempo não consegue apagar , saiba quais. A sabedoria popular batizou algumas ruas da nossa cidade e muitos dos nomes tem uma razão de ser. A título de curiosidade citemos: Rua do Sertão : rua Dr. Solon de Lucena, era o caminho para o Sertão. Rua Nova: rua Presidente João Pessoa, porque era mais nova que a Solon de Lucena. Rua do Boi: rua Senador Epitácio Pessoa, por ela passavam as boiadas para o brejo. Rua de Areia: rua Antenor Navarro, era caminho para a cidade de Areia. Rua Chã da Bala : Avenida Manuel Rodrigues de Oliveira, ali se registrou um grande tiroteio. Rua de Baixo : rua Silvino Olavo da Costa, por ter casas baixas, onde a residência de nº 60 ainda resiste ao tempo. Rua da Lagoa : rua Joaquim Santigao, devido ao...
Cidade. Esperança. Parahyba. Brasil.


BOA REPORTAGEM O MEQUINHA É GRANDE COMO EH ESTA CIDADE.
ResponderExcluire bom lembra o futebol tao isquecido de esperanca ok. Michellin
ResponderExcluirGrande Rau, o que me fascina ao buscar a história do Treze é que nos anos 50, ele era muito respeitado e até mesmo de certa forma, endeusado quando jogava pelas cidades da Paraíba e de Pernambuco. O time do Treze dos anos 50 é talvez o melhor de sua história. Tenho certeza, que, se na época existisse um Campeonato Nacional, o Treze de Harry Carey, Mário Buchudo e etc, teria feito um estrago nos times dito grandes do sudeste. Uma pena que os dirigentes do Treze na época, não se preocupavam em disputar o Estadual continuadamente. O Treze poderia ter ganho facilmente uns 7 títulos seguidos. Parabéns pelo post.
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