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Esperança na história, resumo do dia 06/11/2015

No último dia 06/11, em nosso quadro “Esperança na história”, tratamos do "ofício de sapateiro", profissão essa que, durante quase três décadas, aqueceu o comércio local. Na época, como foi dito, essa era a principal atividade local. Eles eram muito organizados, chegaram a fundar um clube social e muitos deles estavam engajados no futebol. Citamos os antigos sapateiros, alguns produtos por eles fabricados, as principais oficinas da cidade e os últimos remanescentes.
Alguns ouvintes interagiram conosco, lembrando os sapateiros João Marcolino, cuja oficina era na rua Santo Antônio; Pedro Targino, que trabalhou com Michelo; Jaime de Pedrão; Futrica, na rua 04 de outubro e, Zuza sapateiro, que foi homenageado do Tribuna do Povo e que ainda hoje conserta calçados na feirinha de frutas, em Campina Grande.
Antes, porém, foi mencionado pelo amigo Sandro (Boca de flor), o sapateiro “Breu com cola”, que trabalhava na rua de Baixo, em frente ao comércio de Pedro Gaziano, em uma casa alugada a Luzia, mãe de Adson de Almeida.
Dona Glória Ferreira nos contou a história de que seu Joaquim Galdino, que possuía oficina em frente ao Pavilhão X de Novembro, gostava muito de caçar no Cabeço, propriedade de seu genitor, e aproveitava para almoçar. Na ocasião, dona Nazinha fazia uma galinhada que seu Joaquim apreciava bastante, e dizia que seu Antônio no sábado, quando fosse à feira, lhe procurasse para “pegar” uma alpercata.


Rau Ferreira

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