Release: FIC Esperança

By | 4.3.15 Deixe seu comentário
Há quase um ano os ativistas Rau Ferreira, Evaldo Brasil e Carlos Almeida resolveram estabelecer metas, com a finalidade de empreender ações ligadas às artes e resgate da memória, discussão e fomentação do viés artístico e da produção local em suas mais diversas expressões. Assim é que, em meados de abril de 2014, uma reuniu definiu o que viria a ser o Fórum Independente de Cultura de Esperança.
A iniciativa contou com o apoio dos professores Maria José Leão e Adriano Homero Vital Pereira. Nesse aspecto, foram idealizados um sarau poético e a constituição de uma casa de memória.
Enfrentando uma história marcada pela descontinuidade, Esperança vivencia, através do FIC Esperança, atividades que envolvem crianças, jovens e adultos.
O Sarau que começou com apenas quatro pessoas, hoje conta com mais de cinquenta participantes tendo como palco, a princípio, o auditório da “Casa de Francisco Bezerra da Silva” (Câmara Municipal).
Aderiram a este projeto as professoras Maria José Leão e Maria Lucimar Dias que sempre comparecem em companhia de algumas crianças, alunas da EMEF “Dom Manoel Palmeira”.
Frequentam o encontro, além do cartunista Felipe Pajaú, dos desenhistas Amanda Leite, Luan Vieira e Vitório Lins, a jovem Tamires Ataíde (vencedora da terceira edição do FestCordel), Poliana Correia Lima (semifinalista das Olimpíadas da Língua Portuguesa/OLP2014), artista plástico Marquinhos Pintor, cordelistas Macambira e Querindina, poetisa mirim Hauane Maria dentre outros.
Em parceria com este trabalho, estão a Casa do Poeta Brasileiro (Poebras Campina Grande/PB), nas pessoas de Karl Fern, Chicão de Bodocongó e Rochelle Melo, Associação Afro-cultural “Quero Mais”, da Comunidade S. Francisco de Assis, e o Megafone Soluções Culturais, este da cidade de Campina Grande.
O evento ainda conta com uma biblioteca itinerante que promove a leitura através de empréstimo de livros, condicionada a sua devolução na próxima reunião.
Em fase de estudos, encontra-se o lançamento de uma moeda social para fins de troca de bens culturais, a exemplo de livros, revistas, CDs entre os associados a se realizar no Sarau.
Quanto ao resgate mnemônico, foram lançadas as bases do Instituto Histórico e Geográfico de Esperança, entidade sem fins lucrativos e de caráter litero-científica, que pretende contar com uma biblioteca para pesquisa e um mini-museu com os principais elementos característicos do nosso Município e da cultura esperancense para visitação e promoção do turismo.


O FIC Esperança
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