Pular para o conteúdo principal

José Sobreira Targino

José Sobreira Targino
José Sobreira Targino foi um dos políticos mais importantes de sua época, destacando-se no cenário campinense. Bacharel em Direito pela Universidade Regional do Nordeste, Procurador do Estado concursado e professor de Educação Moral e Cívica.
Nasceu em Esperança/PB no dia 02 de agosto de 1934, filho de Belmiro Targino da Silva e Antonia Sobreira da Silva.
Iniciou sua carreira política em 1977, candidatando a Vereador do município de Campina Grande/PB. Eleito, exerceu a vereança por 16 anos e assumiu a Presidência da Casa de Félix Araújo no 2º Biênio da 8ª Legislatura, mais precisamente no dia 31 de janeiro de 1979. Nesta casa, participou de comissões parlamentares e foi um grande regimentalista.
Como líder de governo, integrou a Aliança Renovadora Nacional – ARENA e foi autor de diversas proposituras, requerimentos e projetos em prol do povo campinense.
Durante o regime militar, lutou junto a autoridades federais pelo implemento do subsídio dos vereadores em todo o país, que havia sido abolidos pelo AI nº 7.
Fundou o Centro Social do Tambor, a União dos Vereadores da Paraíba, do qual foi seu primeiro presidente, e foi co-fundador do “Edifício Literário Paraibano”, tendo se empenhado pela inclusão dos congressos literários da cidade no calendário nacional.
José Sobreira – seu Dadá como ficou carinhosamente conhecido – faleceu em 06 de abril de 1996. Seus filhos Herbert Douglas Targino, Harrisson Alexandre Targino, Hermann Jorge Targino e Helder Charles Targino são destacados operadores do Direito.

Rau Ferreira


Fonte:
- http://www.camaracg.com.br/memorial.php, em 19/12/2009.
- http://www.falaprefeitopb.com.br/2016/08/pimentel-filho-enaltece-memoria-do-ex.html, acesso em 07/08/2016.
- https://www.campinagrande.pb.leg.br/pimentel-filho-enaltece-memoria-do-ex-vereador-jose-sobreira-targino/, acesso em 07/08/2016.

Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Esperança sob o golpe do AI-5 (Parte I)

O AI-5 (Ato Institucional nº 5) foi o mais duro golpe da Ditadura no Brasil. Baixado pelo em 13 de dezembro de 1968, impôs uma série de restrições aos direitos individuais, conferindo carta branca para ações arbitrárias do governo. Muitos cidadãos foram perseguidos, presos, cassados, torturados e até mortos em nome do ultranacionalismo. As consequências deste nefasto ato chegaram a nossa pequenina Esperança, onde o Centro Estudantal que funcionava perto do calçadão teve suas portas arrombadas e toda a documentação espalhada pelo chão. De certo que os autores deste delito procuravam alguma prova que pudesse incriminar os estudantes, contudo nada encontraram. Um dos líderes estudantis por presságio ou algum sentido apurado, na manhã daquele dia retirou de lá panfletos e manuscritos que poderiam ser taxados de subversivos pelos militares. À noite quando o crime foi cometido encontraram apenas material escolar sem qualquer implicação. Em nossa cidade foram poucos os que ousaram se opor àque…

Boato de jornal

A festa da padroeira de Esperança podia ser vista de diversos ângulos: a homenagem que se presta a santa, a celebração de mais um ano com a liturgia do Bom Conselho, o pastoril com suas donzelas e o pavilhão onde se amealhava donativos através do leilão de pratos típicos. Nesse contexto, sempre existiu, o jornalzinho de festa, produzido pelos mais letrados da comunidade, veiculando fofocas, disse-me-disse e outras particularidades da nossa gente. Na vanguarda, temos “A Seta” (1928) de Tancredo Carvalho. Podemos citar, ainda, o “Gillette” (1937) de Sebastião Lima e Paulo Coêlho, que se perpetuou com Zé Coêlho e sua filha Vitória Régia. Pois bem. Nos anos 40 surgiu “O Boato”, com direção de Eleazar Patrício e gerência de João de Andrade Melo, que se denominava “Órgão da Festa de N. S. do Bom Conselho”. Impresso na tipografia S. João, de João Andrade, seu primeiro número circulou em janeiro de 1941, com os quadros: Verdades & Mentiras, Ontem e Flores Bela. Com versinhos, notícias fant…

Passagem da Imagem Peregrina do Carmo (1951)

A Paróquia do Bom Conselho, no Município de Esperança (PB), recebeu e hospedou em 1951, a embaixada cívico-religiosa em preparação ao VII Centenário do Escapulário do Carmo. O Padre Zé Coutinho, filho da terra, e Carmelita devoto, buscou meios para desviar a peregrinação até Esperança. E quem negaria um pedido de Padre Zé? A Virgem peregrina chegou por volta das 13 horas, do dia 11 de setembro, acompanhada pelos reverendos padres Cônego José Coutinho, Pedro Serrão e Cristovam Ribeiro, este último vigário de Campina Grande; e de algumas irmãs carmelitas. A imagem trazia a “mensagem de paz, amor e benção de N. Senhora a todos os cristãos, suplicando pela pátria”, combatendo os “inimigos da pátria e da humanidade, uma vitória para Cristo e à Igreja”. Cerca de dez mil fiéis aguardava no pátio da matriz, sendo recepcionada com grande galhardia. O vigário da Paróquia fez a saudação às 17 horas, com a presença de autoridades locais e classes religiosas, sob a Presidência do Revmo. Frei João Bo…