Pular para o conteúdo principal

2013: Banda Thaís Vieira

A Banda Marcial da Rede Municipal de Ensino de Esperança foi recentemente denominada. O projeto foi de autoria do Vereador Nahim Galileu dos Santos Cavalcante – Pingo – do PSD, aprovada no expediente do dia 03 de setembro de 2013.
A homenagem foi a jovem Thaís Vieira da Costa que participava ativamente da filarmônica, com grande vocação para a música.
Em contato com a coordenadora Maricélia Firmino, esta enviou para mim o seguinte histórico:
“HISTORICO DA BANDA MARCIAL THAIS VIEIRA DA COSTA
A Banda Marcial “Thais Vieira da Costa” foi fundada no dia 28 de abril de 2013, com instrumentos conseguidos através da Prefeitura de Esperança PB e a coordenadora e fundadora Maricélia da Conceição Firmino.
Seu primeiro instrutor José Roberto Lima da Silva, Areiense, com muita responsabilidade preparou a Banda composta de 66 jovens para a sua primeira apresentação no dia 7 de setembro de 2013 e para as futuras brilhantes apresentações.
Maricelia Firmino ex-aluna do saudoso Pedro Jobson mais conhecido como Jó de Bil se espelhou no grande instrutor.
A Banda não parou de se apresentar apos o dia 7. Maricelia Firmino com belissimo trabalho conquista sempre convite para a Banda esta participando de encontro de bandas e desfiles faço isso com muito amor”
A seguir transcrevemos o PL 024/2013:
PROJETO DE LEI N° 024/2013 DÁ DENOMINAÇÃO A BANDA MUNICIPAL DE ‘THAÍS VIEIRA DA COSTA’, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.
A CÂMARA MUNICIPAL DE ESPERANÇA:
Art. 1º. Fica denominada de THAÍS VIEIRA DA COSTA, a banda da Rede Municipal de Ensino.
Parágrafo único. A homenagem que trata o artigo será prestada no próximo dia 07 de setembro do corrente ano.
Art. 2º. Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.
Art. 3º. Revogam-se as disposições em contrário.
Sala das Sessões, em 03 de Setembro de 2013”.

Durante as comemorações do Sete de Setembro, a banda fez uma bela apresentação mostrando com isso que o nome é mais do que justo, na forma do parágrafo único, do art. 1º da citada lei.

Rau Ferreira


Comentários

Postagens mais visitadas deste blog

Esperança sob o golpe do AI-5 (Parte I)

O AI-5 (Ato Institucional nº 5) foi o mais duro golpe da Ditadura no Brasil. Baixado pelo em 13 de dezembro de 1968, impôs uma série de restrições aos direitos individuais, conferindo carta branca para ações arbitrárias do governo. Muitos cidadãos foram perseguidos, presos, cassados, torturados e até mortos em nome do ultranacionalismo. As consequências deste nefasto ato chegaram a nossa pequenina Esperança, onde o Centro Estudantal que funcionava perto do calçadão teve suas portas arrombadas e toda a documentação espalhada pelo chão. De certo que os autores deste delito procuravam alguma prova que pudesse incriminar os estudantes, contudo nada encontraram. Um dos líderes estudantis por presságio ou algum sentido apurado, na manhã daquele dia retirou de lá panfletos e manuscritos que poderiam ser taxados de subversivos pelos militares. À noite quando o crime foi cometido encontraram apenas material escolar sem qualquer implicação. Em nossa cidade foram poucos os que ousaram se opor àque…

Boato de jornal

A festa da padroeira de Esperança podia ser vista de diversos ângulos: a homenagem que se presta a santa, a celebração de mais um ano com a liturgia do Bom Conselho, o pastoril com suas donzelas e o pavilhão onde se amealhava donativos através do leilão de pratos típicos. Nesse contexto, sempre existiu, o jornalzinho de festa, produzido pelos mais letrados da comunidade, veiculando fofocas, disse-me-disse e outras particularidades da nossa gente. Na vanguarda, temos “A Seta” (1928) de Tancredo Carvalho. Podemos citar, ainda, o “Gillette” (1937) de Sebastião Lima e Paulo Coêlho, que se perpetuou com Zé Coêlho e sua filha Vitória Régia. Pois bem. Nos anos 40 surgiu “O Boato”, com direção de Eleazar Patrício e gerência de João de Andrade Melo, que se denominava “Órgão da Festa de N. S. do Bom Conselho”. Impresso na tipografia S. João, de João Andrade, seu primeiro número circulou em janeiro de 1941, com os quadros: Verdades & Mentiras, Ontem e Flores Bela. Com versinhos, notícias fant…

Passagem da Imagem Peregrina do Carmo (1951)

A Paróquia do Bom Conselho, no Município de Esperança (PB), recebeu e hospedou em 1951, a embaixada cívico-religiosa em preparação ao VII Centenário do Escapulário do Carmo. O Padre Zé Coutinho, filho da terra, e Carmelita devoto, buscou meios para desviar a peregrinação até Esperança. E quem negaria um pedido de Padre Zé? A Virgem peregrina chegou por volta das 13 horas, do dia 11 de setembro, acompanhada pelos reverendos padres Cônego José Coutinho, Pedro Serrão e Cristovam Ribeiro, este último vigário de Campina Grande; e de algumas irmãs carmelitas. A imagem trazia a “mensagem de paz, amor e benção de N. Senhora a todos os cristãos, suplicando pela pátria”, combatendo os “inimigos da pátria e da humanidade, uma vitória para Cristo e à Igreja”. Cerca de dez mil fiéis aguardava no pátio da matriz, sendo recepcionada com grande galhardia. O vigário da Paróquia fez a saudação às 17 horas, com a presença de autoridades locais e classes religiosas, sob a Presidência do Revmo. Frei João Bo…