Meu Lírio Verde da Borborema, poema de Inácio Gonçalves

By | 31.12.14 Deixe seu comentário
O poema que reproduzimos a seguir é do escritor e historiador Inácio Gonçalves de Souza, autor de diversos livros que contam a história do nosso Município e colunista do jornal A Folha de Esperança:

MEU LÍRIO VERDE DA BORBOREMA

Ao te ver como cartão postal
Desperta em mim o amor
Me envolve na tua natureza
Admirando no teu semblante, a beleza.

Do teu povo a lealdade
Das tuas ruas a história
Dos teus filhos o amor profundo
A tua vida é coberta de glória.

Ao longo, destaca-se a linda igreja
Local obrigatório dos nossos fiéis
Que obrigatoriamente aos domingos, se faz presente.

Nas estradas, o perfume das plantas
Embriagando os felizardos transeuntes
Que no Lírio Verde da Borborema aportam-se.


Inácio Gonçalves de Souza

Esta poesia foi extraída do livro ESPERANÇA E SUA GENTE, de autoria de Inácio, que também nos deu o livro sobre ELYSIO SOBREIRA, além dos afamados ESPERANÇA EM VERSO E PROSA, AMÉRICA F. C.: PATRIMÔNIO HISTÓRICO DE ESPERANÇA e RATOS E AMUADOS: A GUERRA DAS CORES NA POLÍTICA ESPERANCENSE.
No prelo o escritor esperancense ensaia as obras: “Memórias dos carnavais de Esperança” e “Memorial Urbano de Esperança”, as quais são ansiosamente aguardadas pela nossa comunidade.
A paráfrase “Esperança, Lyrio Verde da Borborema” é de autoria do poeta SILVINO OLAVO e foi proferida em seu discurso em prol da emancipação do Município em 1925. A mesma está inserida no hino de Esperança e designa carinhosamente o nosso torrão.

Rau Ferreira

Referência:
- NOVO TEMPO, Jornal. Ano IV, nº 23 – Nov/Dez, Edição Especial. Esperança/PB: 1995.
- SOUZA, Inácio Gonçalves de. Esperança e sua gente. Produção independente. Esperança/PB: 1994.

- ESPERANÇA, Livro do Município de. Ed. Unigraf. Esperança/PB: 1985.
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