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Face única, poema de Magna Celi.

Moléculas luminescentes
teimam impertinentes
Em sair independentes
de dentro de um mágico búzio.
Impossível postura
ou tão falsa formosura -
Um ser teimand em ser
nao-ser,
não sendo nao-ser, eis o SER.

Magna Celi

Fonte:
- Poemas Misticos: Magna Celi; Ed. Idéia, João Pessoa, 2004 – p. 130.

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