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O Colégio Estadual de Esperança.

Entre os anos de 1963 e 1964 os jovens da nossa terra se uniram sob o pálio de um ideal: a criação do Colégio Estadual de Esperança.
Os estudantes da época criaram uma comissão e iniciaram uma campanha de esclarecimento com intensa divulgação, inclusive na “Voz Livre de Esperança”, difusora de Ernani Santos. À frente dos trabalhos estavam: João Batista Bastos (João de Patrício); Berto Anísio da Costa e seu irmão Costinha; Jeová Lima, José Constantino, Francisco Cláudio de Lima (Chico de Pitiu), João Eudes, Reginaldo de seu Abraão, entre outros. Além de contar com o empenho do Deputado Chico Souto.
Houve distribuição de boletins à população e a coleta de assinaturas em um um abaixo-assinado. Cerca de 1.100 pessoas aderiram ao pedido e reivindicaram do Governador Pedro Gondim a construção do colégio.
O desejo de concretização era tal que nem o golpe militar de 1964 foi capaz de suplantar aquele sonho.
O Colégio Estadual de Esperança foi inaugurado em 1968, e é fruto da luta estudantil. Até hoje serve de exemplo às gerações, reforçando a célebre frase que diz: “a união faz a força”.
Por força da Lei Estadual nº 4.010, de 15 de agosto de 1978, aquela unidade de educação recebeu o nome de “Colégio Estadual Monsenhor José da Silva Coutinho”, em homenagem a este ilustre esperancense.
No detalhe da foto, a escola como era vista na década de 80.

Rau Ferreira

Fonte:
- Livro “50 Anos de Futebol e Etc.”, de Francisco Cláudio de Lima, Ed. Rivaisa, 1994 – p. 167/169.

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